






Ao ídolo maior e eterno a minha Saudade!!



Ainda tem gente que diz que morar na roça, no interior é um tédio. Todos os dias quando vou dirigindo até o centro comercial de minha cidade, vou bem devagar apreciando o caminho. E cada dia tem uma novidade, e sempre uma cena que me faz ganhar o dia.
Minha filha quem as fotografou, nós estávamos indo levar minha Monalisa ao veterinário, pois ela andava com umas alterações digestivas e me deixando muito preocupada, na ida nem quis parar, mas achei a cena linda da cabritinha e sua mãe.
Quando voltamos, não resistimos e, estão aí as fotos. É bonito de ver como o filhote segue a mãe, brinca com a mãe e aprende com a mãe, hoje, passando novamente, a pequenina já está comendo a grama junto com a mãe, muito fofa!!!
E mundando de assunto, minha gente, eu fico impressionada comigo mesma neste meu talento de juntar papéis, tralhas...e como isso me incomoda!!! olhando aqui na mesa que teclo, vislumbro zilhões de coisas que eu nem sei como vieram pra cá. Meu Deus do céu!!!
"Todo dia é preciso estar atento para não juntar tralha, tralha e mais tralha. A tralha não aparece de um dia para o outro, ela é a soma da nossa procrastinação diária."
Porém depois que eu descobri o site http://chegadebagunca.blogspot.com/ fiquei mais tranquila, afinal, é um problema da maioria dos mortais.
Nesse site a autora fala do sistema americano chamado "fly", que nada mais é do que se livrar de 27 objetos, jorgar fora, arremessar sem muito pensar e ver como tudo fica mais arrumado.
Então, amanhã é um bom dia, sábado, farei um fly da cozinha ao quarto, me livrarei de 27 ou quem sabe mais que isso. Chega de acumulação de inutilidades, basta-me o necessário e útil, estou há seis meses nesta casa e já estou cheia de caixinha disso, caixinha daquilo, e um monte de coisa que não vou usar e nem me fará falta, com certeza, se precisar, compra novamente, AFFF!!!
E que venha mais um fim de semana, para renovar as energias e quem sabe deixar tudo no seu devido lugar.
Aliás vou responder ao Meme que li lá na Elena, na Lucia... as oito coisas que quero fazer antes de morrer, ou será que respondi antes, não faz mal, respondo novamente:
1 - Ter meus armários da cozinha, banheiro, sala, quartos, garagem, geladeira, bem arrumadinhos, daquele jeito que o dono diz que se faltar luz ele sabe onde encontrar tudo.
2- Falar o Inglês fluentemente, quero reencarnar bilingue.
3- Ter um negócio próprio próspero qualquer
4- Viver por seis meses nos dois países, Canadá e o outro não sei, talvez Suécia
5 - Ganhar na Loteria uma boa grana pra acelerar tudo isto aí, hahaha
6- Ampliar minha casa e deixá-la muito bem decoradinha e com um jardim bem florido.
7 - Ter uma família completa de Rottweiler (pai, mãe e muitos filhotes)
8 - Comprar um carro 4 x 4 (usado mesmo) no estilo do Tracker da Chevrolet
Primeiramente deixe-me dar Graças pela Vida e pela Mãe Natureza que tenho a honra de contemplá-la diariamente.
Agora vamos ao post de hoje, nesta manhã clara ensolarada com temperatura mais que agradável, talvez uns 25graus ao sol.
Com tanta coisa por fazer tive que dar uma pausazinha para vir aqui e escrever , coisa que não fiz nos últimos dias enrolads com tantos assuntos diversos de saúde dos meus Pets a materiais de reforma residencial. Mas deixarei este assunto de lado.
Prefiro escrever pela manhã, pois tenho o hábito de ler sempre um pouquinho neste horário e daí surge a vontade de postar, quase sempre. Uma pena que os dias estão tão curtos e a manhã passa muito rápida, mas vamos ao post.
Somente hoje fui ler a crônica de Martha Medeiros na revista do jornal de domingo e como foi dia dos Pais, este foi o tema, porém de uma maneira, como sempre ela faz, surpreendente.
A Martha começou falando de um vídeo do Youtube campeão de acesso, de uma palestra realizada em setembro de 2007 numa Universidade de Pittsburgh (lembro da Lucia do Novidades), EUA, por um professor de informática que recebeu a sentença que teria apenas de três a seis meses de vida aos 46 anos e três filhos pequenos.
Desta palestra surgiu o livro chamado "A Lição Final", best- seller em mais de trinta países, inclusive no Brasil, e o autor é o Randy Pausch.
Randy viveu um pouquinho mais do que o previsto, morreu no último dia 25 de julho, e o que fez questão de deixar ao escrever o livro foi uma herança de ideías e valores para seus filhos, pois hoje todos com menos de seis anos não entenderiam uma boa conversa. A palestra e o livro tratavam da importância de se realizar sonhos, de viver bem e de se divertir até o último suspiro.
Diz a autora, que qualquer um de nós nessa situação, trataria de deixar cartas, vídeos, tirar fotos e promover momentos inesquecíveis aos filhos. Parece óbvio, diz ela, eu não sei...
Nas memórias de infância de nossos filhos, marcamos justamente com áquelas ocupações mais divertidas e simples. Eu por exemplo lembro muito quando meu pai contava histórias da Cigarra e da Formiga, da Tartaruga e do Coelho e a minha mãe me levava a casa da minha outra avó para chupar caju debaixo do cajueiro com meus primos e tias. Já a minha filha, lembra de quando brincava com ela na cama, chamando-a de pulguinha sacudinho a coberta fazendo ondas, e quando íamos os três, para passar a tarde no Tivoli Parque(Lagoa/RJ), lembram? Descer no Tobogan...que aventura!!!
O Randy nos seus últimos dias levou os filhos para mergulhar com os golfinhos. Claro que ele deixou mais uma bela lembrança aos filhos, qual criança não gostaria de fazer o mesmo junto com seu herói? A grande intenção desse pai era que seus filhos se sentissem amados e que ultrapassem a orfandade paterna sem traumas.
A Martha Medeiros pensa nos pais que estão vendendo saúde e se pergunta se eles têm se dedicado também aos filhos? "Salve!! Hoje em dia, a relação pai e filho mudou demais, e para melhor..." Eu diria vem mudando paulatinamente, pois do contrário, eles, os pais é que continuarão perdendo.
E aproveito para contar aqui um fato real de um pai, daqueles que ainda há muitos nas cenas do cotidiano, que sempre liga, diz a mãe que vai pegar o filho para passear, a mãe arruma a bolsinha kit para a casa do papai e vovó (sempre sobra para avó), a mãe já experimentada diz ao filho que vai arrumá-lo para passear somente, e espera, espera, e espera...nada do pai vir, a mãe pega o ou a filha e vai dar uma voltinha no quarteirão, ela, o filho e o cachorro. Mais tarde ela (a mãe) repete várias vezes: aquele cachorro não apareceu, aquele cachorro isso e aquele qualquer coisa...e num dia qualquer a mãe surpreendeu-se ouvindo o filho chamar o cachorro de Pai!!! Isto é uma história verdadeira, acreditem!!!!
Mas, voltando ao Randy Pausch , o autor de "A lição final" agradeceu a chance que teve de sair de cena preparando-se para despedida, com coragem, pois, eu nem sei, o que seria melhor, um pá-pum ou um prazo. De qualquer maneira, como disse a Martha, todos iremos, então que seja depois de dar o nosso recado, ao vivo de preferência.
E esta foi a razão de começar o post agradecendo a Vida, pois, se eu tiver um pá-pum-fui, irei a contragosto!!! mas com a certeza que não perdi um só segundo para mostrar a minha filha a beleza do Universo, a alegria de brincar, a responsabilidade de Ser do Bem, e de ter a Natureza como Convidada de Honra em nossa Vida para nos Ensinar e Inspirar Sempre !!!!