sexta-feira, janeiro 28, 2011

Amenidades




Apesar da industria de esmalte está bombando, com uma criatividade lá nas alturas, quando eu mesma pinto minhas unhas nunca acho uma cor que satisfaça e combine com meu estado de espírito. E hoje foi difícil achar uma cor nos mais de 20 vidrinhos coloridos que possuo. A princípio queria uma cor forte,  na família do vinho. Quando pintei uma unha, misturei cores e nada me agradou. Até que peguei o Jackie da Impala que é quase um "nude" e gostei, mas faltava algo na cor, passei por cima uma camada do Mônica da Jubby,  ficou perfeito!!! ora as unhas ficam na cor de chocolate ora com um leve toque de beringela clarinho mais pro roxo, bem tênue, Amei!! (na foto a cor ficou mais clara)

Este ano decidi que não quero mais tirar minhas cutículas, fiquei muito impressionada com a última manicure que fez minhas unhas tirou tão bem  que de fato achei que é mesmo uma porta aberta, uma desproteção para qualquer invasão microbiana por ali. Cismei. Ficou bonita a unha mas fiquei preocupada. Então hoje, finalmente entrei no site da Sacks e comprei um removedor de cutícula, vamos ver se vai funcionar, segundo as resenhas que li ele cumpre o que promete, veremos.

 

quinta-feira, janeiro 27, 2011

Todo ano eu repito isso...

Ainda não fiz nem uma reclamação aqui no blog, faço agora, do horáro de verão que detesto. Todo ano eu repito, não gosto desse horário!! Como estava chuvendo bastante um mês atrás e  nem tinha chegado ainda esse Verão de Maçarico, eu nem sofria tanto, mas agora, já está me incomodando, não consigo acordar antes daquele Sol queimando às 6 horas da manha!! e nem dormir mais cedo, pois se o Sol se põe as 20hs!!! Não sei como seria morar na Suécia e ver o Sol da  meia noite, simplesmente viraria zumbi. Affemmaria!

Ando tão preguiçosa de escrever, ultimamente só quero ler, tudo que aparece na minha frente, qualquer assunto, continuo treinando o Inglês, meu curso está em férias, mas tiro sempre umas horinhas pra me dedicar e vejo que tudo já estudei inúmeras vezes, mas não está na ponta da língua e precisa está!!! Jurei várias vezes que só voltaria a estudar uma língua estrangeira  no seu  próprio  país,    porém estou me dando mais uma chance, porque quero reencarnar bilingue...

E o que este doce lindo e maravilhoso está no post? Porque o encontrei lá no site do Marcelo Katsuki e lembrei que quando adolescente fazia muito ovos nevados e ovos queimados lá em casa de minha mãe, mas não era nesse formato e sim, em forma de colher. É um doce simples e chique.
E como um assunto puxa outro, lembrei-me também que nem adianta rever a receita porque no momento   não "tôpodendo" mergulhar nessa gostosura. Como sempre um dos objetivos de todo início de ano é descer muitos  dígitos na balança. (ah!  acabei de comprar a segunda balança com meus pontos do cartão de crédito, por que a que possuo anda dando sinais de cansaço)
Pela manhã a primeira revista que abri dava  dicas que ajudam a emagrecer, mas como quem está nesse processo, está cansado de saber, tudo, tudinho...é só uma lembrança dos que julguei mais interessantes dividir com quem aqui chegar.
DICAS QUE AJUDAM 
Evite tomar líquidos  durante a refeição. para não distender o volume abdominal e não retardar o processo digestivo.
Se quiser comer doce após as refeições,consuma frutas desidratadas (ameixa, uva passa, damasco) por conterem frutose o  que sacia sua compulsão.
Se o desejo for por chocolate, coma um bombom,mas chupe-o como bala e coma com uma fruta rica em fibras como a maçã por exemplo.
Faça todas as refeições do cardápio.Mesmo se estiver sem apetite, não pule os lanches. Eles são muito importantes para estimular seu metabolismo, já que o organismo gasta energia para fazer a digestão

Se você for como eu que acorda pela manhã querendo  algo doce, a minha dica é ralar uma maçã no ralo grosso, untar a frigideira com óleo ou manteiga, muita canela e adoçante em pó, mexer até ficar bem molinha, se quiser,  uma fatia de queijo por cima, só o cheirinho pra quem gosta de canela já sacia, tudo em cima de uma bela fatia de pão integral e pronto!!  Assim começo bem o dia quando posso.

Mais uma inspiração do que podemos...(Fotos Marcelo Katsuki)












quinta-feira, janeiro 20, 2011

Eba!! Caramelo ganhou uma nova casa!!!!

Quando vi esta foto pela primeira vez, foi um sofrimento tão grande que nem sei explicar. Mas hoje, fiquei muito e muito feliz por saber que o Caramelo encontrou alguém que vai dar a ele uma vida digna, carinho, casa e comida. 
Caramelo vivia com sua dona e outras pessoas que foram vítimas fatais nessa tragédia das enchentes da Serra no Rio de Janeiro,  e ele foi quem ajudou os bombeiros a  encontrar os corpos que foram enterrados no cemitério de Teresopolis, onde ele lá ficou ao lado da sepultura de sua dona, imagem que comoveu o mundo. 
Marcia Xerez comovida com a tristeza de Caramelo, o adotou levando-o para sua casa na Barra da Tijuca, porém,  ele certamente acostumado a sair e  estranhando tudo, fugiu. Dois dias depois ele foi encontrado triste perambulando pelo estacionamento do Barra Shopping e logo que a sua nova dona soube, foi buscá-lo e  trouxe-o de volta e prometendo  que agora ela não sairá mais de perto dele. 
Fico feliz pela sorte de Caramelo e parabenizo a sensibilidade e solidariedade da Márcia, e fico na torcida que este amigo fiel venha lhe dá muitas alegrias!!! (As fontes: Leila Cordeiro e Bruno do Botequim).

quarta-feira, janeiro 19, 2011

Para descontrair o momento

Cá estou numa lanhouse a ler meus emails, porque a CLARO está sem serviço em minha residência - além de prestar um mau serviço, ainda tenho que me ver por muitas vezes com o celular mudo, a conexão banda larga funcionando como se fosse a carvão e se ligar pra saber o que acontece, corre-se o risco de passar o dia na tentativa e nenhuma resposta que se aproveite. AimeuDeus!! como cansa essa vida de brasileira no interioooorrrr. Nadica de serviços funciona. AFF!! Então, diante de tantos problemões, acabo de receber do meu amigo William, a mensagem abaixo que até me fez rir, e vamos rir, porque a solução dos problemas ainda está looonnnnnggggeeee... 

Texto saboroso, bem humorado e sábio...
FAMÍLIA
de "O Arroz de Palma, de Francisco Azevedo)
Família é prato difícil de preparar. São muitos ingredientes. Reunir todos é um problema, principalmente no Natal e no Ano Novo. Pouco importa a qualidade da panela, fazer uma família exige coragem, devoção e paciência. Não é para qualquer um. Os truques, os segredos, o imprevisível. Às vezes, dá até vontade de desistir. Preferimos o desconforto do estômago vazio. Vêm a preguiça, a conhecida falta de imaginação sobre o que se vai comer e aquele fastio. Mas a vida, (azeitona verde no palito) sempre arruma um jeito de nos entusiasmar e abrir o apetite. O tempo põe a mesa, determina o número de cadeiras e os lugares. Súbito, feito milagre, a família está servida. Fulana sai a mais inteligente de todas. Beltrano veio no ponto, é o mais brincalhão e comunicativo, unanimidade. Sicrano, quem diria? Solou, endureceu, murchou antes do tempo. Este é o mais gordo, generoso, farto, abundante. Aquele o que surpreendeu e foi morar longe. Ela, a mais apaixonada. A outra, a mais consistente.
E você? É, você mesmo, que me lê os pensamentos e veio aqui me fazer companhia. Como saiu no álbum de retratos? O mais prático e objetivo? A mais sentimental? A mais prestativa? O que nunca quis nada com o trabalho? Seja quem for, não fique aí reclamando do gênero e do grau comparativo. Reúna essas tantas afinidades e antipatias que fazem parte da sua vida. Não há pressa. Eu espero. Já estão aí? Todas? Ótimo. Agora, ponha o avental, pegue a tábua, a faca mais afiada e tome alguns cuidados. Logo, logo, você também estará cheirando a alho e cebola. Não se envergonhe de chorar. Família é prato que emociona. E a gente chora mesmo. De alegria, de raiva ou de tristeza.
Primeiro cuidado: temperos exóticos alteram o sabor do parentesco. Mas, se misturadas com delicadeza, estas especiarias, que quase sempre vêm da África e do Oriente e nos parecem estranhas ao paladar tornam a família muito mais colorida, interessante e saborosa.

Atenção também com os pesos e as medidas. Uma pitada a mais disso ou daquilo e, pronto, é um verdadeiro desastre. Família é prato extremamente sensível. Tudo tem de ser muito bem pesado, muito bem medido. Outra coisa: é preciso ter boa mão, ser profissional. Principalmente na hora que se decide meter a colher. Saber meter a colher é verdadeira arte. Uma grande amiga minha desandou a receita de toda a família, só porque meteu a colher na hora errada.

O pior é que ainda tem gente que acredita na receita da família perfeita. Bobagem. Tudo ilusão. Não existe Família à Oswaldo Aranha; Família à Rossini; Família à Belle Meunière; Família ao Molho Pardo, em que o sangue é fundamental para o preparo da iguaria. Família é afinidade, é “à Moda da Casa”. E cada casa gosta de preparar a família a seu jeito.

Há famílias doces. Outras, meio amargas. Outras apimentadíssimas. Há também as que não têm gosto de nada, seriam assim um tipo de Família Dieta, que você suporta só para manter a linha. Seja como for, família é prato que deve ser servido sempre quente, quentíssimo. Uma família fria é insuportável, impossível de se engolir.

Enfim, receita de família não se copia, se inventa. A gente vai aprendendo aos poucos, improvisando e transmitindo o que sabe no dia a dia. A gente cata um registro ali, de alguém que sabe e conta, e outro aqui, que ficou no pedaço de papel. Muita coisa se perde na lembrança. Principalmente na cabeça de um velha já meio caduca como eu. O que esta veterana cozinheira pode dizer é que, por mais sem graça, por pior que seja o paladar, família é prato que você tem que experimentar e comer. Se puder saborear, saboreie. Não ligue para etiquetas. Passe o pão naquele molhinho que ficou na porcelana, na louça, no alumínio ou no barro. Aproveite ao máximo. Família é prato que, quando se acaba, nunca mais se repete.

segunda-feira, janeiro 17, 2011

A Fúria da Natureza e o Descaso dos Governantes





Palavras não tenho pra exprimir o que sinto por saber de toda essa tragédia, anunciada.  Concordo que as águas vieram num volume descomunal, pelo pouco que vi e li, levo-me a acreditar que vários fatores físicos, climáticos, ambientais, sociais  se conjugaram para que esta tragédia se consumasse, com o agravante que tudo aconteceu pela madrugada, nada podia ser pior! Sinto profundamente por todas as pessoas que tiveram perdas irrecuperáveis, sinto pelo sofrimento de todos, e não tendo palavras que possa confortá-las, resta-me pedir que o tempo com dias melhores amenize a dor dessas pessoas.
Abaixo deixo o post do Dr Rodrigo, que descobri quando procurava conhecer melhor Nova    Friburgo e desde então gosto de ler tudo que ele conta da cidade.  O link do seu blog está à direita.

Para quem queira endereços para ajudar as vítimas, entre em contato com a Rádio Bandnews 94.9 ou clique: http://bandnewsfm.band.com.br/conteudo.asp?ID=413665






Blog do  Dr. Rodrigo Luz, morador de Nova Friburgo
UM DIA TRÁGICO NA HISTÓRIA DE NOVA FRIBURGO


Na manhã desta quarta-feira (12/01/2011), acordei com um helicóptero sobrevoando os céus de minha cidade (coisa rara de se ver num lugar do interior).


Choveu forte a madrugada toda. Eu mal tinha dormido por causa do barulho dos trovões e, por vezes, levantei para ir ao banheiro e beber água. Verifiquei numa das ocasiões que o meu apartamento estava sem luz. Senti fome e lembrei de comer a gelatina na geladeira antes que o doce derretesse. Voltava para a cama mas não conseguia entrar em acordo com a coberta para ajustar-me à temperatura do ambiente.



Logo que levantei, ouvi o barulho do tal helicóptero. Olhei pela janela e fiquei perplexo ao reparar que uma parte dos morros que circundam o centro da cidade tinha desabado. Uma tragédia havia acontecido poucos metros de minha residência.



Dentro de alguns instantes, eu teria um compromisso marcado com o meu cliente, agendado para às 8:40. Tratava-se de uma perícia judicial na área de engenharia, referente a um caso de deslizamento de terra ocorrido em janeiro de 2007 aqui na cidade. Juntos, eu e ele iríamos acompanhar o trabalho do perito engenheiro no local do acidente.



Contrariando meus hábitos de higiene, saí para trabalhar sem banho tomado porque não tinha luz para esquentar a água. Comi um pão de forma com mel e fui.



Ao colocar os pés no lado de fora da rua foi chocante. A portaria do meu prédio e as calçadas encontravam-se cobertas de lama. Vários paralelepípedos e tampas dos bueiros tinham sido deslocados. Porém, o pior eu ainda haveria de testemunhar.



Segui pela Praça Getúlio Vargas que mais parecia devastada por uma guerra. Era lama e água empoçada por todos os lados. Na medida em que eu caminhava em direção ao rio Bengalas, os estragos ficavam cada vez piores. Circulavam poucos carros, mas a todo instante ouvia-se o barulho das sirenes de uma viatura do Corpo de Bombeiros, da Polícia ou da Defesa Civil. As lojas ficaram inundadas de água e em alguns estabelecimentos o nível subiu bem mais do que um metro.



Pela visão parcial do deslizamento de terra que havia observado da janela de casa e com tanta movimentação das equipes de salvamento, não podia nutrir expectativas muito positivas do que pudesse ter ocorrido durante a madrugada e nas primeiras horas da manhã. Não podia imaginar que o barulho que tanto despertava meu sono talvez não fossem apenas os trovões, mas sim terríveis desabamentos de grandes proporções, destruindo casas, prédios, igrejas, ruas e hospitais, atingindo tanto favelas como áreas nobres da cidade. Algo incomparável com as enchentes de 2007, 2005 e de anos anteriores.



Aquelas cenas de destruição que logo de manhã eu estava presenciando ensinavam para mim que, quando chegam as tragédias, elas não avisam o dia e a hora, de modo que apenas podemos prever a época em que eventos deste tipo podem vir a suceder. Contudo, nesta quarta-feira cinzenta, eu estava vivendo um pouco daquilo que podemos imaginar ser um cenário apocalíptico. Era como se eu estivesse no terremoto do Haiti, nos bombardeios da segunda guerra mundial ou fosse vizinho das torres gêmeas do WTC no dia 11 de setembro de 2001.



Às vezes parece que vivemos mesmo num mundo de Alice. Temos nossos sentimentos e consciências anestesiados por um contato artificial com as coisas, sem darmos conta da realidade em que nos encontramos. Não só as programações da TV e a internet distraem nossas mentes, como as comodidades proporcionadas pela tecnologia e a prestação contínua de serviços essenciais fazem-nos esquecer facilmente do ambiente instável onde edificamos as cidades.



Nesta quarta-feira 12, experimentei por longas horas o que é ficar sem luz, sem telefone, sem serviços de transporte e sem condições para trabalhar, o que é de menos em face de tantas tragédias. Vi minha cidade parar e, por um fato da natureza, precisei abandonar um compromisso sem a possibilidade de estabelecer a comunicação através do celular. Também não pude transmitir nenhuma notícia aos meus parentes no Rio de Janeiro, os quais já estavam preocupados desde o dia anterior quando os telejornais tinham informado o desabamento de um prédio no bairro Olaria.



Tristes dias têm sido estes que já começamos a presenciar nas primeiras décadas do século XXI, mostrando-nos um cenário desolador que, pelas previsões dos cientistas ambientalistas, aponta para um período repleto de tragédias climáticas, capazes de por em dúvida a continuidade da espécie humana no planeta. Ou seja, cuida-se de um novo tempo que não só vem confirmar o cumprimento de antigas profecias, mas também denunciar o principal responsável pelas infelizes catástrofes – o homem (nós).



Nestas horas há quem culpe Deus e até blasfeme contra o Nome do Santo. Eu, porém, só posso ser grato ao meu Criador pela sua bondade para comigo, sabendo que Ele entregou uma terra perfeita à humanidade e que s temos destruído com nossa ambição desmedida. Isto porque, ao violarmos as leis da natureza, atraímos um retorno contra nós mesmos, sem que a tempestade faça acepção de pessoas. Pois, quando uma tromba d'água desce, morre o rico assim como morre o pobre e a enxurrada pode levar tanto o poluidor quanto o ambientalista, o justo junto com o pecador, bastando que se esteja em condições de vulnerabilidade.



Após ter aguardado infrutiferamente o meu cliente no local marcado, decidi voltar para casa. Permanecer na rua, junto com uma multidão de curiosos só contribuiria para atrapalhar ainda mais o trabalho dos agentes da Defesa Civil. Aquele tratava-se de um dia mal e ninguém poderia prosseguir nas suas atividades normais. Nada que estivesse ao meu alcance poderia ser feito pelas vítimas e seus familiares, a não ser calar-me, respeitar o sofrimento de meu próximo e ser grato a Deus pela oportunidade de continuar vivo.




OBS 1: O fornecimento de energia só foi retornando a partir da noite de 12/01 (na minha rua a luz chegou na tarde 13/01). O comércio ficou praticamente fechado por todo o dia 12. No dia 13, algumas portas se abriram e ontem (14) já tinha mais estabelecimentos funcionando com longas filas para as pessoas entrarem em mercados, padarias e farmácias. Até hoje não se aceitava pagamento pelo cartão de crédito e não tinha como tirar dinheiro no caixa eletrônico dos bancos que ainda estão fechados. Os serviços de transporte, telefonia, abastecimento de água e internet pararam. Até o momento já foram contabilizados mais de 200 mortos, sendo grande a quantidade de gente desabrigada e desalojada. Só hoje (15) é que consegui acessar a internet. Felizmente eu e minha esposa Núbia estamos todos bem!




OBS 2: As pessoas em minha cidade estão precisando de várias coisas, dentre as quais água mineral, alimentos não perecíveis e de pronto consumo (massas e sopas desidratadas, biscoitos, cereais), leite em pó, cesta básica, colchonetes, cobertores, kits de higiene pessoal e fraldas descartáveis, etc. Minha igreja está buscando uma ação coordenada e os contatos podem ser feitos com o Pr. Robson Rodrigues pelo telefone (22) 9213-3016 e um fixo no Rio de Janeiro (21)3079-0626.


"O maior problema agora será mesmo administrar esta questão logística.


**Hoje o HEMORIO trouxe um ônibus móvel para a cidade. Doadores de sangue não faltaram e a maioria acabou sendo recusada (notícia que não saiu no JN). O Estado simplesmente não mandou material suficiente e os funcionários estavam trabalhando em péssimas condições. Aí, no começo da tarde, voltou a chover forte, a rua inundou e acabei sento o último a doar sangue (meu número de senha era o 55). Depois não sei no que deu.



Concordo que a região serrana não tem condições geográficas para crescer. Na Suíça, a cidade de Fribourg, que originou o nosso povoamento, tem uma população be menor do que a nossa e, pelo que sei, há uma limitação populacional em que o excedentte é orientado a migrar para outros vales.

Verdade é que os nossos políticos não estão nem aí para esta situação. Agora todos fingem se comover, mas na maior parte do ano falta política habitacional e o dinheiro da ajuda das tragédias acaba sendo muito mal aplicado.

Acho que as chuvas de 1987 em Petrópolis não superaram as tragédias deste começo de ano."



sábado, janeiro 08, 2011

Um pouco mais de paciência...

...O mundo vai girando
Cada vez mais veloz
A gente espera do mundo
E o mundo espera de nós
Um pouco mais de paciência...
...Mesmo quando tudo pede
Um pouco mais de calma
Até quando o corpo pede
Um pouco mais de alma
A vida não pára...
(Paciência de Lenine-parte

Essa será a trilha sonora desse sábado. O tempo está cada vez mais corrido,  início de ano são tantas coisas pra por em ordem, por nos trilhos que acabo por mais ler que escrever.  Gosto de aproveitar o calendário novo pra mudar o que precisa ser mudado, incrementar o que vai continuar, fazer um balanço, investir melhor o tempo e tantos planos que se não me  dedicar mais  para essas mudanças fica tudo a Deus dará.
Para quem já virou meio século de vida aqui na terra, é urgente que se faça acontecer da melhor forma possível os sonhos e no menor tempo possível, afinal, viver dois séculos não é muito comum, então, estou a mil, tomando bem coinsciência disso!!!
Uma das coisas que  tomo como orientação é a astrologia, um dos meus preferidos  é o Quiroga do www.astrologiareal.com.br, e logo no início de 2011 fui lá confrontar o que já vinha sentindo dentro mim,  como alerta  não é que o que li só veio a confirmar!!! Eis:
Em 01-01-2011
"É tempo de você se preservar mais, de pensar em sua segurança e de tomar atitudes que sirvam ao propósito de colocar distância das pessoas que nos últimos tempos só trouxeram problemas e conflitos. Elas não poderão ser simplesmente extirpadas de sua vida, mas a distância servirá para você se preservar mais e, assim, desfrutar um pouco de paz e sossego. 

sábado, janeiro 01, 2011

Primeiro Dia de 2011!!!

Como bem disse no seu post o Agnaldo Silva, sobre  Reveillon:" ...posso dizer sem medo de errar, quem já viu um, viu  todos." E é verdade, ano após ano passamos por este momento de virada, são fogos, muiiiitos pelo mundo, festas, promessas, muitos desejos, planos e por aí. Até as mensagens que passamos se repetem, e este ano escolhi esta abaixo que me pareceu bem realista, pois em 2011 quero continuar com os pés no chão e a cabeça no alto, mas não nas nuvens, hehehehe


Foto Wagner Meier/Arena/AE, Clica p/ver melhor A Virada em Copacabana/RJ


"Nesse ano que passou muitos de nós esperamos ter mais.
Mais amigos, mais dinheiro, mais sucesso,  mais tudo...
Entretanto, nem sempre mais é sinônimo de melhor.
Alguns de nós só esperam um sorriso dos que amam.
Esperam a senha para cruzar a ponte entre a dúvida e a certeza.
No próximo ano, alguns de nós irão se casar.
Ou separar.
Alguns vão errar, outros acertar.
Será um ano em que muitos ganharão filhos.
Outros segurarão seus netos no colo pela primeira vez.
Alguns pela última.
Há, ainda, os que lutarão contra o maior inimigo de todos - seus próprios pensamentos e fraquezas.
Não será um ano fácil. Nem deveria ser.
Não existimos para enfrentar o que é fácil, mas o que é difícil.
Crescemos na adversidade.
E marcamos nosso caminho nessa mesma adversidade. No combate entre o mundo que existe e o que queremos construir.
Alguns de nós verão os olhos de outra pessoa e correrão para o amor.
Outros fugirão dele.
Se tivermos dinheiro, ótimo.
Se tivermos sucesso, excelente.
Desde que tenhamos, antes, a felicidade de estarmos na estrada certa, e, principalmente, a saúde e a paz necessárias para trilharmos essa estrada.
Porque a última coisa que alguém quer é escalar a escada do sucesso e, quando chegar ao topo, descobrir que a escada estava apoiada na parede errada.
Desejo que você e sua família tenham um Ano Novo com cara de novo mesmo!
Principalmente, desejo que você passe os momentos mais importantes do próximo ano cercados das pessoas que lhe são importantes, e que esses momentos sejam regados com muita saúde, paz e amor." (Desconheço o autor)
Feliz Ano Novo !!!