sexta-feira, janeiro 30, 2009

Papo pepino e abobrinhas




Estava eu aqui perdendo meu precioso tempo a cobrar da Livraria Saraiva uma agenda 2009 e um livro que comprei e paguei antes do Natal. Não pensei em receber até a noite natalina, mas decorridos quase 60 dias, é exigir demais da minha paciência!!!
Por essas e outras é que evito comprar on line, e nessas horas gostaria de não viver no Brasil e sim noutros países onde este exercício é levado a sério. Seria tão mais fácil ter ido a uma loja, escolher a agenda, já estaria com ela aqui, sem dúvida, mas como queria comprar um livro que procurei por meses em várias livrarias e não o encontrei, só me restava mesmo, a compra por algum site e aí passei horas procurando a agenda, pois lá no mundo virtual havia uma diversidade que até foi difícil escolher, e encontrei uma que fazia todo sentido pra mim, porém, já estou arrependida, pois ela nunca chega...
Para quem ficou curioso, o livro é sobre reformas residenciais, conheci o autor numa entrevista e achei bem interessante a proposta do seu livro e gostaria de mostrá-lo a minha prima que está no meio de uma obra imennnnnnsa e com muitos atropelos: Manual de Sobrevivência a Reformas, cujo autor é Merhi Daychoum, se por ventura alguém já o possui, poderia adiantar algumas das impressões pra mim.

Todavia, nem era bem esse o post, mas sim um que deveria ter escrito ontem. Como sempre no início do ano, tento fazer todos aqueles exames anuais que aconselham os médicos. Daí que no ano passado, por está morando em outro local, acabei negligenciando e não fiz todos os exames habituais, parte porque os médicos quando não avisados tem o péssimo costume de datar a solicitação e esta após trinta dias nada vale.

Então, ontém, venci o desafio de ir a uma médica ginecologista em Icarái, o desafio não é o exame, é chegar ao endereço em Niteroi, pois que rodo e rodo e nunca sei se estou indo ou vindo, hahahaha. No ano passado minha filha veio junto e nem prestei atenção no caminho e voltei, porque a médica novinha é daquelas dedicadas e que se interessa pelo que faz, não está ali só para cumprir horários, etc, levei uma bronca, justa, por não apresentar os exames solicitados e assim reforcei que não datasse os pedidos de exames.

Como diz minha filha, se quiser ir ao Centro, onde a placa indicar Centro, siga o contrário. Foi fácil chegar em Icarái, perguntando a um e a outro, que eu não sou boba, talvez tenha feito o caminho mais longo, mas lá cheguei a tempo e a hora: Av Sete de Setembro.
Uma vista linda da praia de Icaraí, queria fazer umas fotos mas não dava para estacionar, e o medo de levar multa, deixei para a próxima vez. Os edifícios novos, altos e bonitos e muitos mais sendo construídos; a cidade cresce com urgência pelo que pude perceber.


Voltando, tinha que encontrar com minha filha na Uerj até às 16hs e segui sem saber se ia ou voltava, queria encontrar uma placa indicando a Ponte e fui numa reta e não é que cheguei sem atropelos!?!!

De volta pra casa sem pressa e sem hora, aff!! e o povo em minha volta a 140km/h, dei uma paradinha e tirei duas fotos e segui porque este horário de verão engana e não queria pegar engarrafamento, umas paradinhas para ver umas coisinhas e chegando em casa levei Dalila para passear e na vez da Monalisa a chuva caiu muito forte, e ela ficou triste, a energia faltou e por isso, escrevo agora.

Esse quadro com as pimentas fotografei porque é igualzinho ao que a Ana Maria Braga presenteou a Regina Duarte em seu programa esta semana, fiquei curiosa se eram pimentas verdadeiras mas não são, pelo menos o da foto.





























quinta-feira, janeiro 29, 2009

O nome da Flor:Girassol








Que a cada amanhecer do seu dia nasça contigo uma flor.

Que cada sorriso teu, seja as pétalas que torna esta flor mais completa.

Que cada pensamento positivo, seja o caule ... que a sustenta.

Que cada passo para a vitória, seja a terra que alimenta.

Que cada gesto teu, seja o sol que te fornece energia,

E que o brilho dos teus olhos, seja a beleza e a simplicidade desta flor,

Que embriaga com o seu perfume e encanta com seu carisma.

Esta flor que vai permanecer intacta às mais diferentes épocas,

Aos mais inesperados destinos, uma flor que nunca vou permitir morrer.

Sabe porque?

(autor desconhecido)

segunda-feira, janeiro 26, 2009

Um Município do RJ



Num fim de semana sem chuva e pouco sol, conheci mais um município do Rio de Janeiro neste último domingo. Acompanhei minha filha que fez uma prova na Prefeitura de Casimiro de Abreu. Quando saí de casa lamentei ter deixado a câmera fotográfica mas, chegando a cidade vi que não tinha muita coisa para fotografar, pelo menos ali pelo Centro da Cidade. Porém, pelas redondezas há muita paisagem bonita com a presença da Natureza bem viçosa, muitas flores e muitos lagos formados por tanta chuva que tem caído.
Casimiro José Marques de Abreu, foi um poeta que passou sua infância na Fazenda da Prata perto ao Rio do Ouro e também na Fazenda de Indaiaçu de propriedade de seu pai, estudou no Rio de Janeiro, depois em Lisboa e então se fazendo conhecer como boêmio e poeta, levando uma vida desregrada, voltou a Indaiaçu onde passava maior parte do tempo e aos vinte e dois anos morreu vítima da tuberculose após três meses da morte de seu pai. Conhecido como o poeta da saudade por cantar tão bem a sua infância e por ter um profundo elo com a alma do povo brasileiro.

Meus Oito Anos

Oh! Que saudades que tenho
Da aurora da minha vida,
Da minha infância querida
Que os anos não trazem mais!
Que amor, que sonhos, que flores,
Naquelas tardes fagueiras
A sombra das bananeiras,
Debaixo dos laranjais!
...
Naqueles tempos ditosos
Ia colher as pitangas,
Trepava a tirar as mangas,
Brincava à beira do mar;
Rezava às Ave-Marias,
Achava o céu sempre lindo,
Adormecia sorrindo
E despertava a cantar
...
Oh! Que saudades que tenho
Da aurora da minha vida...

quinta-feira, janeiro 22, 2009

Ai meus sais, a chuva não passa...



Chove, chove e chove sem parar. Aproveitei esses dias fugindo do trânsito caótico, das ruas alagadas e do tempo feio lá fora fazendo coisas dentro de casa. Picotando papéis de banco, notas de compras e etc (tenho talento para juntar papéis), arrumando os armários da cozinha, fiscalizando a validade dos produtos (ouvi esta semana que um terço do que compramos para alimentação vai pro lixo, aff!! pensei que só eu fosse descontrolada) encontrei dois vencidérrimos:linhaça e farinha de linhaça. Resolvi tirar toda roupa de inverno do guarda-roupa que estava insuportável de aguentar, não que eu tenha muita roupa é que o dito cujo é pequeno mesmo, pois, a algum tempo venho optando pelo "viver simples, mais com menos. " Porém, em fase de adaptação, às vezes me surprendo com um monte de tralha que pouco uso, sempre estou com as mesmas peças e quando compro uma nova uma antiga tem que sair.

Agora, estou aqui enrolando porque tenho que encontrar uma instrução de um site de um banco para download que naõ sei onde guardei.

E a chuva faz barulho lá fora. Hoje me deu vontade de fazer sabonetes perfumados, e não é que a massa venceu em dez/08!! Depois fiz a leitura atrasada das crônicas de Martha Medeiros da revista de Domingo.

E por falta de inspiração para escrever, enrolei por aqui e deixo foto das minhas meninas enfadonhadas com este tempo molhado lá fora.




quarta-feira, janeiro 21, 2009

20 de janeiro de 2009



DISCURSO DE POSSE DE BARACK HUSSEIN OBAMA - 44º presidente dos EUA.




(Por Luiz Marcondes)

"Meus concidadãos: estou aqui na frente de vocês me sentindo humilde pela tarefa que está diante de nós, grato pela confiança que depositaram em mim e ciente dos sacrifícios suportados por nossos ancestrais. Agradeço ao presidente Bush por seu serviço à nação, assim como também pela generosidade e cooperação que ele demonstrou durante esta transição. Quarenta e quatro americanos já fizeram o juramento presidencial. As palavras já foram pronunciadas durante marés crescentes de prosperidade e nas águas tranqüilas da paz. Ainda assim, com muita freqüência o juramento é pronunciado em meio a nuvens que se aproximam e tempestades ferozes. Nesses momentos, a América seguiu em frente não apenas devido à habilidade e visão daqueles em posição de poder, mas porque Nós, o Povo, continuamos fiéis aos ideais de nossos fundadores e aos documentos de nossa fundação. Tem sido assim. E assim deve ser com esta geração de americanos. Que estamos no meio de uma crise agora já se sabe muito bem. Nossa nação está em guerra contra uma extensa rede de ódio e violência. Nossa economia está muito enfraquecida, uma conseqüência da ganância e irresponsabilidade por parte de alguns, mas também de nossa falha coletiva em fazer escolhas difíceis e em preparar a nação para uma nova era. Lares foram perdidos; empregos cortados; empresas fechadas. Nosso sistema de saúde é caro demais; nossas escolas falham demais; e cada dia traz mais provas de que a maneira como utilizamos energia fortalece nossos adversários e ameaça nosso planeta. Esses são os indicadores da crise, sujeitos a dados e estatísticas. Menos mensurável, mas não menos profunda é a erosão da confiança em todo nosso país – um medo persistente de que o declínio da América seja inevitável e de que a próxima geração tenha que baixar suas expectativas. Hoje, eu digo a você que os desafios que enfrentamos são reais. Eles são sérios e são muitos. Eles não serão encarados com facilidade ou num curto período de tempo. Mas saiba disso, América – eles serão encarados. Neste dia, nos reunimos porque escolhemos a esperança no lugar do medo, a unidade de propósito em vez do conflito e da discórdia.

Neste dia, nós viemos proclamar um fim aos conflitos mesquinhos e falsas promessas, às recriminações e dogmas desgastados que por muito tempo estrangularam nossa política. Ainda somos uma nação jovem, mas, nas palavras da Escritura, chegou a época de deixar de lado essas coisas infantis. Chegou a hora de reafirmar nosso espírito de resistência para escolher nossa melhor história; para levar adiante o dom preciso, a nobre idéia passada de geração em geração: a promessa divina de que todos são iguais, todos livres e todos merecem buscar o máximo de felicidade.

Ao reafirmar a grandeza de nossa nação, compreendemos que a grandeza nunca é dada. Ela deve ser conquistada. Nossa jornada nunca foi feita por meio de atalhos ou nos contentando com menos. Não foi um caminho para os de coração fraco – para aqueles que preferem o lazer ao trabalho, ou que buscam apenas os prazeres da riqueza e da fama. Em vez disso, foram aqueles que se arriscam, que fazem, que criam coisas – alguns celebrados mas com muito mais freqüência homens e mulheres obscuros em seu trabalho, que nos levaram ao longo do tortuoso caminho em direção à prosperidade e à liberdade.

Foi por nós que eles empacotaram suas poucas posses materiais e viajaram pelos oceanos em busca de uma nova vida. Foi por nós que eles trabalharam nas fábricas precárias e colonizaram o Oeste; suportaram chicotadas e araram terra dura. Foi por nós que eles lutaram e morreram em lugares como Concord e Gettysburg; Normandia e Khe Sahn. Muitas e muitas vezes esses homens e mulheres se esforçaram e se sacrificaram e trabalharam até que suas mãos ficassem arrebentadas para que nós pudéssemos viver uma vida melhor. Eles viram a América como sendo algo maior do que a soma de nossas ambições individuais; maior do que todas as diferenças de nascimento ou riqueza ou facção.

Esta é uma jornada que continuamos hoje. Nós ainda somos a mais próspera e poderosa nação da Terra. Nossos trabalhadores não são menos produtivos do que quando esta crise começou. Nossas mentes não são menos inventivas, nossos produtos e serviços não são menos necessários do que eram na semana passada ou no mês passado ou no ano passado. Nossa capacidade permanece inalterada. Mas nossa época de proteger patentes, de proteger interesses limitados e de adiar decisões desagradáveis – essa época com certeza já passou. A partir de hoje, temos de nos levantar, sacudir a poeira e começar de novo o trabalho para refazer a América.

Porque, em todo lugar que olhamos, há trabalho a ser feito. O estado da economia pede ação ousada e rápida, e nós iremos agir – não apenas para criar novos empregos, mas para estabelecer uma nova fundação para o crescimento. Iremos construir as estradas e as pontes, as linhas elétricas e digitais que alimentam nosso comércio e nos unem. Iremos restaurar a ciência a seu lugar de direito e utilizaremos as maravilhas tecnológicas para melhorar a qualidade da saúde e diminuir seus custos. Nós iremos utilizar a energia do sol e dos ventos e do solo para impulsionar nossos carros e fábricas. E iremos transformar nossas escolas e faculdades para que eles estejam à altura dos requisitos da nova era. Nós podemos fazer tudo isso. E nós faremos tudo isso.

Agora, existem algumas pessoas que questionam a escala de nossas ambições – que sugerem que nosso sistema não pode tolerar muitos planos grandiosos. A memória dessas pessoas é curta. Porque eles esquecem do que este país já fez; do que homens e mulheres livres pode conquistar quando a imaginação se une por um propósito comum e a necessidade se junta à coragem.

O que os cínicos não compreendem é que o contexto mudou totalmente – que os argumentos políticos arcaicos que nos consumiram por tanto tempo já não se aplicam. A questão que lançamos hoje não é se nosso governo é grande ou pequeno demais, mas se ele funciona – se ele ajuda famílias a encontrar trabalho por um salário justo, seguro-saúde que possam pagar, uma aposentadoria digna. Se a resposta for sim, iremos adiante. Se for não, programas acabarão. E aqueles dentre nós que gerenciam o dólar público serão cobrados – para que gastem de forma inteligente, consertem maus hábitos e façam seus negócios à luz do dia – porque só então conseguirmos restabelecer a confiança vital entre as pessoas e seu governo.

Nem a questão diante de nós é se o mercado é uma força positiva ou negativa. Seu poder para gerar riqueza e expandir a liberdade não tem paralelo, mas esta crise nos lembrou de que, sem um olho vigilante, o mercado pode perder o controle – e a nação não pode mais prosperar quando favorece apenas os prósperos. O sucesso de nossa economia sempre dependeu não apenas do tamanho de nosso Produto Interno Bruto, mas do alcance de nossa prosperidade; em nossa habilidade de estender a oportunidade a todos os corações que estiverem dispostos – não por caridade, mas porque esta é a rota mais certa para o bem comum.

Quanto à nossa defesa comum, nós rejeitamos como falsa a escolha entre nossa segurança e nossos ideais. Os Fundadores de Nossa Nação, que encararam perigos que mal podemos imaginar, esboçaram um documento para assegurar o governo pela lei e os direitos dos homens, expandidos pelo sangue das gerações. Esses ideais ainda iluminam o mundo, e nós não desistiremos deles por conveniência. Assim, para todos os outros povos e governos que estão assistindo hoje, da maior das capitais à pequena vila onde meu pai nasceu: saibam que a América é amiga de cada nação e de todo homem, mulher e criança que procura um futuro de paz e dignidade, e que estamos prontos para liderar mais uma vez.

Lembrem-se de que gerações que nos antecederam enfrentaram o fascismo e o comunismo, não apenas com mísseis e tanques, mas com alianças robustas e convicções duradouras. Eles compreendiam que o poder sozinho não pode nos proteger e nem nos dá o direito de fazer o que quisermos. Em vez disso, eles sabiam que nosso poder cresce pro meio de sua utilização prudente; nossa segurança emana da justiça de nossa causa, da força do nosso exemplo, das qualidades temperantes da humildade e do auto-controle.

Somos os guardiões desse legado. Mais uma vez, guiados por esses princípios, podemos encarar essas novas ameaças, que exigem esforços ainda maiores – ainda mais cooperação e compreensão entre nações. Nós começaremos a deixar o Iraque para seu povo de forma responsável, e forjaremos uma paz conquistada arduamente no Afeganistão. Com velhos amigos e ex-inimigos, trabalharemos incansavelmente para diminuir a ameaça nuclear e afastar a ameaça de um planeta cada vez mais quente. Nós não iremos nos desculpar por nosso estilo de vida, nem iremos vacilar em sua defesa, e para aqueles que buscam aperfeiçoar sua pontaria induzindo terror e matando inocentes, dizemos a vocês agora que nosso espírito não pode ser quebrado; vocês não podem durar mais do que nós, e nós iremos derrotá-los.

Porque nós sabemos que nossa herança multirracial é uma força, não uma fraqueza. Somos uma nação de cristãos e muçulmanos, judeus e hindus – e de pessoas que não possuem crenças. Nós somos moldados por todas as línguas e culturas, trazidas de todos os confins da terra; e porque já experimentamos o gosto amargo da Guerra Civil e da segregação e emergimos desse capítulo sombrio mais fortes e mais unidos, não podemos evitar de acreditar que os velhos ódios um dia irão passar; que as linhas que dividem tribos em breve irão se dissolver; que, conforme o mundo fica menor, nossa humanidade em comum irá se revelar; e que a América deve desempenhar seu papel nos conduzir a essa nova era de paz.
Para o mundo muçulmano, nós buscamos uma nova forma de evoluir, baseada em interesses e respeito mútuos. Àqueles líderes ao redor do mundo que buscam semear o conflito ou culpar o Ocidente pelos males da sociedade – saibam que seus povos irão julgá-los pelo que podem construir, não pelo que podem destruir. Àqueles que se agarram ao poder pela corrupção, pela falsidade, silenciando os que discordam deles, saibam que vocês estão no lado errado da história; mas nós estenderemos uma mão se estiverem dispostos a abrir seus punhos. Às pessoas das nações pobres, nós juramos trabalhar a seu lado para fazer com que suas fazendas floresçam e para deixar que fluam águas limpas; para nutrir corpos esfomeados e alimentar mentes famintas. E, para aqueles cujas nações, como a nossa, desfrutam de relativa abundância, dizemos que não podemos mais tolerar a indiferença ao sofrimento fora de nossas fronteiras; nem podemos consumir os recursos do mundo sem nos importar com o efeito disso. Porque o mundo mudou, e nós temos de mudar com ele. Enquanto pensamos a respeito da estrada que agora se estende diante de nós, nos lembramos com humilde gratidão dos bravos americanos que, neste exato momento, patrulham desertos longínquos e montanhas distantes. Eles têm algo a nos contar hoje, do mesmo modo que os heróis que tombaram em Arlington sussurram através dos tempos. Nós os honramos não apenas porque são os guardiões de nossa liberdade, mas porque eles personificam o espírito de servir a outros; uma disposição para encontrar um significado em algo maior do que eles mesmos. E ainda assim, neste momento – um momento que irá definir nossa geração – é exatamente esse espírito que deve estar presente em todos nós. Por mais que um governo possa e deva fazer, é em última análise na fé e na determinação do povo americano que esta nação confia. É a bondade de acolher um estranho quando as represas arrebentam, o desprendimento de trabalhadores que preferem diminuir suas horas de trabalho a ver um amigo perder o emprego que nos assistem em nossas horas mais sombrias. É a coragem de um bombeiro para invadir uma escadaria cheia de fumaça, mas também a disposição de um pai para criar uma criança que finalmente decidem nosso destino. Nossos desafios podem ser novos. Os instrumentos com os quais as enfrentamos podem ser novos. Mas os valores dos quais nosso sucesso depende – trabalho árduo e honestidade, coragem e fair play, tolerância e curiosidade, lealdade e patriotismo –, essas cosias são antigas. Essas coisas são verdadeiras. Elas foram a força silenciosa do progresso ao longo de nossa história. O que é exigido então é um retorno a essas verdades. O que é pedido a nós agora é uma nova era de responsabilidade – um reconhecimento por parte de todo americano, de que temos deveres para com nós mesmos, nossa nação e o mundo, deveres que não aceitamos rancorosamente, mas que, pelo contrário, abraçamos com alegria, firmes na certeza de que não há nada tão satisfatório para o espírito e que defina tanto nosso caráter do que dar tudo de nós mesmos numa tarefa difícil. Esse é o preço e a promessa da cidadania. Essa é a fonte de nossa confiança – o conhecimento de que Deus nos convoca para dar forma a um destino incerto. Esse é o significado de nossa liberdade e nosso credo – o motivo pelo qual homens e mulheres e crianças de todas as raças e todas as fés podem se unir em celebração por todo este magnífico local, e também o porquê de um homem cujo pai a menos de 60 anos talvez não fosse servido num restaurante local agora poder estar diante de vocês para fazer o mais sagrado juramento. Por isso, marquemos este dia relembrando quem somos e o quanto já viajamos. No ano do nascimento da América, no mês mais frio, um pequeno grupo de patriotas se reuniu em torno de fogueiras quase apagadas nas margens de um rio gélido. A capital foi abandonada. O inimigo avançava. A neve estava manchada de sangue. No momento em que o resultado de nossa revolução estava mais incerto, o pai de nossa nação ordenou que estas palavras fossem lidas ao povo: “Que seja contado ao mundo futuro... Que no auge de um inverno, quando nada além de esperança e virtude poderiam sobreviver... Que a cidade e o país, alarmados com um perigo em comum, se mobilizaram para enfrentá-lo.
América. Diante de nossos perigos em comum, neste inverno de nossa dificuldades, deixe-me lembrá-los dessas palavras imortais. Com esperança e virtude, vamos enfrentar mais uma vez as correntes gélidas e suportar as tempestades que vierem. Que os filhos de nosso filhos digam que, quando fomos colocados à prova, nós nos recusamos a deixar esta jornada terminar, que nós não demos as costas e nem hesitamos; e com os olhos fixos no horizonte e com a graça de Deus sobre nós, levamos a diante o grande dom da liberdade e o entregamos com segurança às gerações futuras.”

sábado, janeiro 17, 2009

Cãozinho abandonado

Pesquisando o site do jornalista admirável que é o Sidney Rezende,(http://www.sidneyrezende.com/editoria/capa) acabei descobrindo sua página dedicada aos "anjos de quatro patas", Vira Latas é o título, e como não resisto a estes assuntos, fui conferir...
E lá no finalzinho da página fiquei sensibilizada com este cãozinho da foto que foi abandonado no Shopping Tijuca, lugar que conheço muito, muito.


Assim disse a Eliane:


Dia 28 de dezembro esta cadelinha estava perdida na entrada do Shopping Tijuca, com o olhar aflito olhando para cada uma das centenas de pessoas que passavam por ela sem parar.
Seu pelo está maltratado devido à permanência na rua, porém ela está nutrida, é dócil e saudável. Não parece ser de rua, estava desorientada, em busca da atenção de alguém.
Uma protetora levou a cachorrinha para casa, e está tentando achar seu dono. Por favor, divulguem. O mundo é pequeno, talvez você, ou a pessoa que trabalha ao seu lado no escritório, conheça alguém que conhee alguém...
Tadinha, ela está triste.
Como estava em frente ao Shopping Tijuca, vale a pena sondar entre pessoas das redondezas de Tijuca, Andaraí, e Vila Isabel.
Por favor, repassem a mensagem para que ela tenha a chance de reencontrar seu dono e seu lar.
Tomara que o cãozinho tenha encontrado seus donos ou que os seus donos o encontrem, ainda que aqui numa foto, e saiba que todos que amamos os animais ficamos tristes com essas histórias de abandono.




"Não há diferenças fundamentais entre Homens e Animais em suas faculdades mentais...os Animais como os Homens demonstram sentir Dor, Felicidade e Sofrimento." Charles Darwin

(Foto da Lucia - Blog Novidades)

O cãozinho amigo virtual, WILLY com doze anos de vida, companheirismo, alegria, motivações e muitos passeios nos deixou. Elena, sua dona e seus amigos estamos tristes. Agora, ele é mais um "anjinho de quatro patas" lá no céu. Força Elena !! e que o tempo abrande a dor da ausência dele.

Para todos que tem um cãozinho como amigo e companheiro:


"O apelo de um cão"

Trate-me gentilmente, meu querido amigo, pois nenhum coração em todo o mundo é mais agradecido pela amabilidade do que o meu coração amoroso.
Não machuque minha alma com pancadas, apesar disso, lambo suas mãos entre os golpes. Sua paciência e compreensão irão mais rapidamente ensinar-me coisas que eu devo aprender.
Fale comigo constantemente, porque sua voz é para mim a mais doce música do mundo, como você deve saber pelo abanar da minha cauda quando os meus ouvidos escutam os seus tão esperados passos.
Por favor, coloque-me para dentro quando estiver chovendo e com frio, pois sou um animal doméstico e não estou acostumado as intempéries.
Eu não tenho honra maior do que o privilégio de sentar-me aos seus pés.
Mantenha meu potinho cheio de água fresca, pois não posso dizer para você quando estou com sede.
Alimente-me com comida limpa para que eu possa estar bem e saudável para brincar, acompanhá-lo nas suas caminhadas e estar alerta e capaz de defendê-lo com a minha própria vida, se a sua estiver em perigo.
E, meu amigo, quando eu estiver muito velho, e não gozar mais de boa saúde, nem boa audição e visão, não faça esforços heróicos para manter-me aqui.
Por favor, perceba que minha vida dedicada está indo suavemente. Eu devo partir desta terra sabendo que a última respiração que eu arranquei deste meu ser esteve sempre a salvo em suas mãos.

autor desconhecido

terça-feira, janeiro 13, 2009

Nova Ortografia

Minha gente, ainda pouco, dando uma espiada na caixa de e-mails vi lá uma mensagem sobre a Nova Ortografia - Principais Mudanças na escrita da nossa língua. Já tinha ouvido falar aqui e acolá, mas nem dei muita bola e nessas alturas acho até desnecessário, cada dia chego a conclusão que a grafia da lingua portuguesa é complicadíssima, eu sempre tenho dúvida se é com "x" ou "ch", se "ss" ou "ç"... mas fiquei estarrecida porque mudar desse jeito, para mim piorou, é sério mesmo?
Palavras que ganharam a opção da dupla grafia: aspecto/aspeto, cacto/cato, concepção/conceção, corrupto/corruto, recepção/receção, caracteres/carateres, dicção/dição.
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Deve ser brincadeira - - -
Trema
Foi abolido (grafias novas: cinquenta, tranquilo, sequestro, linguiça, aguentar, arguir, linguista).
- - - Nem lembro se algum dia usei trema. - - - -

Hífen
Não se usa mais o hífen na palavra sub-humano (que vira subumano). Palavras compostas que não têm mais hífen: paralama, mandachuva, paraquedas, parachoque. Não se usa mais hífen em palavras terminadas por vogal com segunda palavra iniciada também por vogal: autoescola, extraoficial, infraestrutura, contraindicação, semiárido. Usa-se hífen nas palavras em que o segundo elemento começa pela mesma consoante em que termina o primeiro. Exemplos: super-romântico, hiper-requintado. Palavras compostas que tinham hífen e, agora dobram o ‘r’ e o ‘s’, como exceção à regra anterior: antissocial, ultrassonografia, autorretrato, contrassenso. Não tinha hífen e agora tem (palavras formadas por prefixo ou falso prefixo terminado em vogal e segunda palavra iniciada pela mesma vocal): anti-inflamatório, arqui-inimigo, micro-ondas.
- - - - Meu Deus!!! pelo visto a língua reflete mesmo a situação nossa de cada dia, uma mudada para impressionar, ops!! "ss"??? dando a ilusão que irá evoluir para melhor, e no final fica tudo na mesma...isso me faz lembrar a política, o judiciário, o legislativo, o prefeito...aiai.

segunda-feira, janeiro 05, 2009

A Força de Plutão




Todas as previsões astrológicas, numerológicas, tarô, pai de santo, etc e tal não estão nada cor de rosa. Mas eu costumo só acreditar nas previsões boas, as ruins são agoros. XÔ pra lá!!!

Mas hoje aconteceu uma coisa comigo na rua que bem reflete estes novos tempos de gente tão afetada, e olha que a CRISE ainda está longe; pois bem, chovia bastante e eu carregando o meu super guarda chuva e nem sei como, uma senhora ou talvez tivesse a minha idade, mas como não me sinto senhora, hahahaha, esbrafejou pra mim que tinha molhado o seu pé com meu guarda chuva e eu disse desculpe, nem vi; mas ela pegou o próprio guarda chuva e empurrou pra mim e repetiu desculpe, nem vi...(com provocação) nos primeiros segundos nem acreditei no que via, e pensei ah se eu também estivesse estressada, e disse saiu na chuva e não quer se molhar? Porque não ficou em casa com seu mau humor? Ela saiu pela tangente. Cada uma. Porém por outro lado, fiquei feliz por ver que ainda me resta um pouco de equilíbrio...
Mas voltando as previsões astrológicas, tenho ouvido cada coisa que tem me deixado um pouco curiosa pra saber mais...e tenho pesquisado.
Um tal de Plutão que dá um novo rumo a Humanidade segundo os astrólogos, em janeiro de 2008 ele entrou em Capricórnio e ficará até 2024, iniciando um novo ciclo trazendo transformações e mudanças aqui na Terra, coincidência ou não, tive uma enorme mudança na minha vida extamente neste período que está durando até hoje, mas não tenho do que reclamar.
Plutão se caracteriza, na Mitologia Grega, como o Deus dos mundos interiores; aplicado à nossa realidade podemos julgar Plutão como o símbolo de nossa psique, o Deus da mente coletiva e o senhor do arquétipo mental da raça humana em si.
A coisa não é simples, a força plutoniana é poderosa e o melhor a fazer é usá-la a nosso favor, dizem os mais experientes.
Plutão, astrologicamente falando, é considerado o planeta da morte e renascimento. É o destruidor mas também o transformador. A sua energia assemelha-se à de um vulcão que traz à superfície todas as impurezas que já não podem ficar ocultas ou latentes.

"Plutão só destrói o que já está por assim dizer, maduro para ser podado."
(Fico devendo os créditos.)

É ... sei que nada sei. Alguém por aí já anda sentindo a força de Plutão? Juro, que eu andava sentindo umas coisas boas e nem sabia a razão, agora vou atribuir a Plutão, pois sou uma Capricorniana arretada. Af!!!



sexta-feira, janeiro 02, 2009

Saindo da Festividade e Entrando na Realidade

Para quem não sabe, o que está na cor verde é a Esperança, que venham muitas!!!!

Esperando que todos tenham passado com muita saúde, alegria, tranquilidade, e muita comilança...estes dias de só comemorações e despedidas do ano velho. Hoje, seguno dia do ano, já começo a cair na real, dando ouvido aos noticiários, juntando papelada, contas, procurando objetos desaparecidos, pois tudo ficou a Deusdará nestes últimos dias.






Iniciando pela arrumação da bolsa, esta dica que encontrei ao abrir o UOL veio a calhar, um organizador de bolsa custumizado, que já havia desejado ter um, e não consegui, mas agora é a minha tarefa para o mês de janeiro. No meu pentdrive tenho outros modelos, mas cadê o digníssimo, sumiu.
A agenda comprada na Internet não chegou, mas já estava previsto o atraso e eu aqui querendo uma folha novinha para escrever meu planejamento para 2009.
Uma das primeiras notícias que ouvi hoje: os carros com placas azuis, iniciadas com CD, Corpo Diplomático, serão sujeitos a punição como todos nós mortais por qualquer infração no trânsito, só não disse quem irá pagar as multas.
O nosso prefeito Eduardo Paes assume criando um pacote anticrise, CRISE?!!! Aff!! Suas primeirissímas medidas:fim da aprovação automática no ensino público municipal e a instauração de auditoria e suspensão dos contratos e pagamentos referentes à Cidade da Música (obra que consumiu mais R$ 500 milhões dos cofres públicos). AFFemaria!! Criou um grupo de trabalho para a implantação do regime de horário integral nas escolas da rede pública municipal (chamado programa Segundo Tempo Escolar) que será feito com atividades extra-curriculares, culturais e esportivas no turno contrário ao das aulas. Já ouvi isto antes, espero que dessa vez aconteça da melhor forma possível, a população agradece. Lugar de criança é na escola!!! para o bem de todos. Também determinou a proibição de nomeações em cargos de confiança de parentes de até terceiro grau – a exceção será para os concursados. Agora é esperar e conferir.
Em São Paulo, a cerimônia de posse é de um prefeito que já está no cargo. Gilberto Kassab (DEM) assumiu a prefeitura quando José Serra (PSDB) deixou a prefeitura para concorrer ao governo do estado, em março de 2006.
Nos EUA, a família e seu Presidente fará mudança para a Casa Branca no próximo dia 15, enquanto isso todos vão morar no tradicional hotel de Washington Hay-Adams. Na segunda-feira o Presidente em reunião terá um teste da influência e do poder de negociação política , onde tentará conquistar o apoio dos republicanos. "Umas das principais críticas ao Plano de Obama é justamente o fato de, até o momento, ele não ter divulgado exatamente quanto e como pretende gastar. Obama diz apenas que, como na época da Grande Depressão, seu plano inclui o 'maior gasto em 50 anos anos' com rodovias e outros projetos de infraestrutura, o consumo mais eficiente de energia em edifícios governamentais e o desenvolvimento de "tecnologias verdes", melhores para o meio ambiente."