
Republico post de maio de 2006.
PRIMEIRO DE MAIO - DIA DO TRABALHO
PRIMEIRO DE MAIO - DIA DO TRABALHO
A Revolução Industrial, a partir de meados do século XVIII, modifica as relações de produção e impulsiona o desenvolvimento do capitalismo.
No século XIX, intensifica-se a luta por melhores condições de trabalho e de vida. Trabalhadores fazem greves e são reprimidos, às vezes violentamente. Em um desses movimentos, na cidade de Chicago, EUA, 30 mil pessoas abandonam as fábricas no dia 1º de maio de 1886 e se concentram na Haymarket Square. Reivindicam uma jornada de oito horas de trabalho por dia. A polícia atira: quatro trabalhadores morrem, vários são feridos.
Em homenagem às vítimas, o Congresso Socialista, realizado em Paris em 1889, escolhe o 1º de maio como Dia Internacional do Trabalho. A data foi consolidada como o Dia dos Trabalhadores em 1925, quando o presidente Artur Bernardes baixou um decreto instituindo o 1º de maio como feriado nacional.
A luta de hoje, como a luta de sempre, por parte dos trabalhadores, reside em manter todos os direitos constitucionais adquiridos e buscar mais avanços na direção da felicidade do ser humano.
Fontes : Folhinha; culturabrasil.org/diadotrabalho.htm; IBGE / Ministério do Trabalho, Velhos amigos e outros Sites.
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"Perguntas de um trabalhador que lê"
Quem construiu a Tebas de sete portas?
Nos livros estão os nomes de reis.
Arrastaram eles os blocos de pedra?
E a Babilônia várias vezes destruída,
Quem a reconstruiu tantas vezes?
Em que casas da Lima dourada moravam os construtores?
Para onde foram os pedreiros, na noite em que a Muralha da China ficou pronta?
A grande Roma está cheia de arcos do triunfo. Quem os ergueu?
Sobre quem Triunfaram os Césares?
A decantada Bizâncio tinha somente palácios para seus habitantes?
Mesmo na lendária Atlântida os que se afogavam gritavam por seus escravos na noite em que o mar a tragou.
O jovem Alexandre conquistou a Índia. Sozinho?
César bateu os gauleses. Não levava sequer um cozinheiro?
Filipe da Espanha chorou quando sua Armada Naufragou. Ninguém mais chorou?
Frederico II venceu a Guerra dos Sete Anos. Quem venceu além dele?
Cada página uma vitória.
Quem cozinhava o banquete?
A cada dez anos um grande homem. Quem pagava a conta?
Tantas histórias. Tantas questões.
"(BRECHT, Bertold. Poemas - 1913-1956. São Paulo:Brasiliense,1986, p.167)
Um comentário:
Vivi, ta muito lindo teu blog, o meu ta meio paradão, beijos e apareça sempre
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