Então, ontém tive que ir ao apê apanhar as contas para pagar, fui de ônibus para aproveitar o tempo e ir lendo minha revista de Domingo que esta semana estava com textos ótimos, muitas novidades e ela completa minhas leituras semanais.
Pelo tardar da hora, porque enrolo pacas ou sou enrolada pra sair de casa, é um tal de fecha aqui e ali, vaso com água pros Pets acolá, Pets no canil, porque não podem todos ficarem soltos e juntos porque quando volto não sobra nem um botão de flor e outras coisitas mais que não devem acontecer.
Saio, deixo o carro estacionado e pego o ônibus, chegando ao Rio sigo ao metrô, apesar de ter o cartão, compro uma passagem combinada com ônibus. Para passar a roleta, já nem sei como colocar o cartão que acabei de comprar, pois achei que teria que introduzi-lo na máquina, mas não era, estou um bicho grilo, a catraca faz a leitura vejo no chão um cartão de crédito Mastercard Internacional, abaixei, peguei e procurei um segurança, pois foi o que primeiro me veio a cabeça, não o encontrando, achei melhor que ele estaria bem em minhas mãos, sim, porque outro dia no Banco do Brasil encontrei uma agenda e nem olhei direito, perguntei as pessoas próximas se a elas pertenciam e imediatamente, entreguei para o segurança do Banco, e estou sem saber se quem perdeu foi buscá-la, bem deveria ter aberto a agenda e ligar para o dono, mas nem pensei na hora...então, diante disso, pensei em ir ao Banco do referido cartão e entregá-lo, mas por fim acabo de achar que é melhor destruí-lo, pois assim sei que nenhum outro uso farão dele, e quem perdeu é só solicitar outro, menos ruim. Alguém tem uma dica melhor? E o bicho grilo aqui pegou na estação Presidente Vargas o metrô que não ia para o meu destino, Saens Pena, e bem que achei tudo diferente, muito cheio, nenhuma pessoa conhecida...até que perguntei, e estava seguindo para Pavuna, AFF!!! logo desci e tinha duas opções, retornar a Central do Brasil ou sair do Metrô, preferi a ultima opção, tô sentindo que morar no mato tem dessas coisas. E assim tive que atravessar uma passarela e ir para o outro lado da rua, e aí sim cheguei ao meu destino, finalmente.
Foto em frente a estação São Cristóvão do Metrô
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