
Finalmente, na sexta-feira última recebi a minha agenda 2009 e meu livro comprado na Livraria Saraiva pela Internet, foi um parto difícil, mas com final feliz apesar do atraso imennnnnnso!!!
Porém agora, quero mesmo é falar do filme que acabei de assistir: O Curioso Caso de Benjamin Button de David Fincher.
Que escolha feliz a minha, tenho vários filmes na lista para assistir, mas esse era o preferido e hoje, meu dia preferido para ir ao cinema, depois de pagar umas continhas, aparar os cabelos, o horário da sessão encaixou-se perfeitamente. Foram três horas de emoção, muita emoção mesmo.
Já havia lido alguns comentários sobre o filme, mas depois de ler o que escreveu Ruth de Aquino, diretora da sucursal da revista Época, percebi que tinha todos os ingredientes que fazem um filme ser marcante pra mim. Assim ela escreveu:
"BENJAMIM BUTTON É UM FILME IMPLACÁVEL. Não percebi que haviam se passado quase três horas quando as luzes se acenderam. As lágrimas escorriam como se tivessem vida própria. Acaba de receber 13 indicações ao Oscar. É uma fábula que nos transporta para nossos labirintos e encruzilhadas. Para os amores, as perdas, a beleza, o vigor, a decadência e a memória. O protagonista é o tempo. Vence todas as trapaças."
O filme tem roteiro de Eric Roth, é uma adaptação livre do conto homônimo do Francis Scott Fitzgerald, um dos maiores escritores americanos do século XX, pertencia aos chamados escritores da "geração perdida". Nasceu em Minnesota, nos Estados Unidos, em 24 de setembro de 1896. O mais célebre de seus romances, The Great Gatsby (1925; O Grande Gatsby). Essa obra, uma das mais representativas do romance americano, descreve a vida em alta sociedade com uma aguda reflexão crítica. Em 1934 publicou Tender is the Night (Suave é a Noite), romance pungente que o autor considerava sua melhor obra.
Fitzgerald morreu em 1940 alcoólatra, aos 44 anos, o conto de Benjamim foi escrito quando o autor tinha 25 anos. O fim trágico de sua esposa que fora internada num sanatório o fez morar na França. A idéia do conto aparentemente, como escreveu a Ruth nasceu de uma citação de Mark Twain (1835-1910):"A vida seria infinitamente mais feliz se pudéssemos nascer aos 80 anos e gradualmente chegar aos 18". Twain costumava dizer: "Sou velho já passei por muitas dificuldades, mas a maioria delas nunca existiu."
"Nossas vidas são definidas pelas oportunidades, mesmo áquelas que perdemos", essa é uma das belas frases das muitas citadas no filme. É um daqueles que faço questão de ter uma cópia. Não sei bem porque, mas lembrei-me do filme que vi há uns 20 anos atrás, cujo nome é Retratos da Vida, talvez não seja a história o ponto comum, certamente, não, mas a emoção de uma história super bem contada, onde o Tempo, este ser invisível é implacável, tanto de lá pra cá, quanto de cá pra lá. Belíssimo Filme!!! The Oscar Goes to...
Sinopse segundo Ruth de Aquino: O curioso caso de Benjamin Button conta a história de um bebê que nasce velho e encarquilhado, com artrite e catarata. Parece um monstrinho. A mãe morre no parto. O pai o abandona na escada de um asilo de idosos. O bebê, branco, com aparência de mais de 80 anos, é adotado pela dona do asilo, uma jovem negra que não consegue engravidar; Contra todos os prognósticos médicos, Benjamin (Brad Pitt) sobrevive, cresce, rejuvenesce e vive a vida ao contrário com a Daisy (Cate Blanchett)...o resto só vendo o filme.
Parece trágico? Não é. Aí está a beleza do filme, você não sai com a sensação de ter visto um drama sem fim, mas algo que transcende ... a diferenças, a desencontros, a expectativas, a desejos, a abandonos, a esquecimentos, a algo que não teve fim com o fim!!! Confira.
4 comentários:
Realmente, é um filme maravilhoso!
E é incrível como as horas passam e a gente nem nota.
Parece ser realmente um filme maravilhoso. É muito bom quando vemos um filme que desejávamos muito.
Amei seu espaço e voltarei outras vezes.
Smack!
EdimarSuely
jesusminharocha.blig.ig.com.br
Três horas de filme só qundo sair na locadora.Em cinema nem pensar.
Já vi e adorei! Nem pensar em esperar por DVD! Adoro cinema e nada se compara aquela tela enorme e o som dolby.
Quanto ao tema, acho que cada um tem seu 'time' e se o perder, perde o trem da vida.
um beijo
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