
Esta é a capa da Revista Cães e Cia nr 356 com os cinco
guardiões de nossas casas em destaque: Rottweiler, Dogue,
Fila, Pastor e Boxer.
E chegamos a Fevereiro...o tempo voa, a vida passa...parece que tudo está acelerado; depois de uma certa idade a impressão que tenho é que o ano não tem mais a mesma duração de quando eu tinha meus 15 ou 18 anos. São tantas emoções, tantos problemas que os dias voam!!!
Hoje vou falar de um animalzinho que vive como se o tempo pra ele nem existisse, o cãozinho nosso de cada dia.
Quando vejo numa capa de revista esta carinha aí da foto, não resisto e compro. Sempre tenho o que aprender para entender melhor os meus "anjos de quatro patas". Então vou aqui dividir com vocês esta matéria que li e sei que muita gente comete este mesmo erro, inclusive esta que vos fala, e é um alerta, um aprendizado passado por alguém que é expert em comportamento canino.
Você deixa seu cão de castigo?
Segundo o Dr. Alexandre Rossi não é recomendado trancar o cão num quartinho quando erra.
...cães são extremamente socias e por isso não gostam de ficar sozinhos. Logo, se gostassem o castigo até não seria castigo, não é mesmo? o problema é que o cão aprende neste caso a associar o isolamento a punição, o que não é bom, pois muitas vezes vamos precisar deixá-lo só e se sentirá punido, ficando mal.
Segundo Dr. Alexandre é bom associar o fato de ficar sozinho a coisas boas, assim nossa ausência será encarada com tranquilidade e sem sofrimento o que resultará em menos chances de ficar ansioso e compulsivo lambendo as patas sem parar e outras coisitas mais.
Em vez de nos preocuparmos em punir os erros do cão, melhor é ensinar o comportamento adequado e gratificá-lo ou recompensá-lo. Por exemplo, se o cão pular para conseguir atenção, o melhor é ensiná-lo a sentar para ganhar carinho. A repreensão é necessária para facilitar o entendimento e deve ser feita instântaneamente ao erro, de preferência que leve o cão a parar com um susto ou causando um desconforto momentâneo, sem machucá-lo nem traumatizá-lo; pode-se bater palma forte, espirrar água, fazer um barulho mais forte com panela, lata com moedas, etc. Assim com o passar do tempo ele associará o comportamento errado a coisas desagradáveis, como barulho, e não repetirá. Então, trancar no quartinho já era, é um tempo que se perde de ensiná-lo coisas boas e tê-lo como um amigo para todas as horas.
Um comentário:
Ah, não! Nunca fiz isso com meus queridinhos!
A minha Emmy nunca apanhou, nem sabe o que é um tapinha! E por esta razão, ela se sente um 'ser humano', pensa mesmo que é igual a nós e para onde eu vou ela vai atrás.
Adoro aquela menina!
bjs cariocas
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