Repaginei este post, pois não consigui tirar comentário anônimo que eu não gosto e como não aparece a latinha de lixo, então dei meu jeito...escrever aqui é uma maneira de exercitar a escrita e um prazer, um passatempo...rsrs cada dia mais escasso. E esse povo colocando propaganda, fazendo pedidos...AFF!!!XÔ!!
terça-feira, fevereiro 23, 2010
Agora o ano começa...
Repaginei este post, pois não consigui tirar comentário anônimo que eu não gosto e como não aparece a latinha de lixo, então dei meu jeito...escrever aqui é uma maneira de exercitar a escrita e um prazer, um passatempo...rsrs cada dia mais escasso. E esse povo colocando propaganda, fazendo pedidos...AFF!!!XÔ!!
quarta-feira, fevereiro 17, 2010
Vancouver 2010 - Patinação Artística
domingo, fevereiro 14, 2010
É segredo, não conto a ninguém, Sou Tijuca, Vou Além...



sexta-feira, fevereiro 05, 2010
Sombra, Água fresca e Sorvete
Lindinha a fachada desta casa, se não me trai a memória, ela está em Campos de Jórdão/SP, tem vários detalhes que gostaria de ter na minha : um cômodo no segundo piso com uma sacada, uma entrada principal ampla e com detalhes, e essas janelas, que devem ter um nome especial, que vou descobrir (mas se alguém souber, me diga que eu fico agradecida) e que feche o terreno em cento e oitenta graus, prefiro casas que só tenham acesso pela parte da frente e não em centro de terreno que possibilita entrada pelos quatro lados.
Minha gente!!! será que esqueceram de desligar o maçarico? Estou contando os dias para ver este Verão sumir, ainda que seja só no calendário, já é um começo. Só penso em tomar tudo congelado, piquei todas as frutas e as coloquei nos potes e as saboreio como sorvetes, porque essa delícia como a foto acima, estava aumentando os dígitos na minha balança, não há condição de nem mais um quilinho aqui no corpicho.
Como havia prometido antes, fui ao médico pegar uma fórmula mágica para perder peso rápido, já que boa vontade, disciplina e renúncias as doces delícias, já constatei que é muiiiiiiiiito difícil. De posse da fórmula mágica, exame de sangue concluído, falta o cardiológico (por minha exigência) cadê a coragem de engolir áquelas cápsulas,hahahaha Nessas horas lembro de um namoradinho que tive a long long time ago, que dizia, que quando tomamos consciência de algo não tem retorno. Pois penso que é o meu problema, pois tenho consciência que não é esse o melhor caminho... Bem, vou pensando até o carnaval passar, o verão passar...sempre consigo perder peso no inverno, porque no calor só quero é sombra, água fresca e sorvetes!!!
Ainda vou experimentar esta receita de Sorvete caseiro de Queijo Minas
1 (chá) de gelatina em pó incolor e sem sabor
6 (sopa) de glicose em pasta
1 (chá) de creme de leite fresco
½ (chá) de açúcar
300 gramas de queijo de minas fresco sem sal picado
Bater no liquidificador o queijo com o creme de leite, a glicose e o açúcar. Acrescentar a gelatina, dissolvida conforme as instruções da embalagem, e bater por mais 1 minuto. Transferir a mistura para a batedeira e bater por 5 minutos. Levar ao congelador por 12 horas. Depois de 4 horas, bater o creme a cada 30 minutos, repetindo por 4 vezes. Servir e polvilhar uma quantidade bem pequena de pimenta-do-reino sobre o sorvete.
segunda-feira, fevereiro 01, 2010
Utilidade e Trivialidades

Será que encontrei a solução para umidade e mofo? No inverno sofro e me incomodo muitíssimo com meus armários, dispensa, etc e sempre que entro numa loja, principalmente se for em outro bairro, procuro sempre por alguma novidade que facilite a vida doméstica, adoro ver a criatividade e quando me interessa, compro. Comprei ontém em Itaipu este produto acima, o Pingi, se cumprir o que promete, ficarei satisfeita e comprarei mais. O bom é que é recarregável ao levá-lo por três minutos no microondas, vamos ver se não é mais uma propaganda enganosa, rsrsrs 
quarta-feira, janeiro 27, 2010
A Pedrita, o antes e depois
segunda-feira, janeiro 25, 2010
Nova Lei do Inquilinato
(Copiado site UOL / Folha On Line)
A nova Lei do Inquilinato começa a valer nesta segunda-feira em todo o Brasil. O texto, sancionado em dezembro pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, tem como objetivo ampliar as garantias do inquilino e também agilizar ações de despejo.
Entre as mudanças previstas na lei estão a desobrigação do fiador e a criação de regras para a mudança de fiador durante o contrato. Atualmente, a Lei do Inquilinato não trata do assunto. O fiador pode desistir da função, ficando apenas responsável pelos efeitos da fiança durante 120 dias depois de o locador ter sido notificado.
O proprietário também poderá exigir um novo fiador, caso o antigo ingresse no regime de recuperação judicial. Com isso, pretende-se dar mais garantias ao proprietário e exonerar a empresa fiadora que passe por crise econômico-financeira.
A proposta também adequa ao novo Código Civil a proposta que mantém a proporcionalidade da multa rescisória em caso de devolução antecipada do imóvel locado.
Em caso de divórcio ou morte do locatário, a nova Lei do Inquilinato cria regras para a manutenção ou substituição do fiador. Antes, a legislação não previa essa possibilidade.
Nos casos de despejo, a ação é suspensa se, em 15 dias, o inquilino quitar integralmente a dívida com o proprietário ou a imobiliária. Com isso, não fica mais valendo a apresentação de um simples requerimento em que o locatário atesta a intenção de pagar a dívida --algo que tem atrasado em mais de quatro meses as ações de despejo.
Fica adotado também o mandado único de despejo. Cai, portanto, a prática atual de dois mandados e duas diligências, entre outros procedimentos que atrasam o processo.
quarta-feira, janeiro 20, 2010
Cartão de Crédito

(para minha surpresa as duas bandeiras estão juntas!!! aff!!)
terça-feira, janeiro 12, 2010
Eles curtem o Rio como balneário

Outro diz que o Rio é sunga ou salto alto, que curte as deliciosas frutas no café da manhã, outro diz que possui o melhor visual da cidade: "é como estivesse embarcado num navio. De qualquer janela vejo o mar."
sexta-feira, janeiro 08, 2010
Elvis, sempre lembrado

Esta é uma das músicas que mais canto quando lembro dele...
(mais sobre Elvis em ago/2008 e ago/2007)
Maybe I didn't love you quite as good as I should have,
Maybe I didn't hold you quite as often as I could have,
Little things I should have said and done,
I just never took the time.
You were always on my mind,
You were always on my mind.
Maybe I didn't hold you all those lonely, lonely times,
And I guess I never told you, I'm so happy that you're mine,
If I made you feel second best,
I'm sorry, I was blind.
If I made you feel second best,
I'm sorry, I was blind.
You were always on my mind,
You were always on my mind
quinta-feira, janeiro 07, 2010

PACTO
Daquele que amo quero o nome,
a fome e a memória,
Quero o agora.
O dentro e o fora, o passado e o futuro.
Quero tudo:
o que falta e o que sobra, o óbvio e o absurdo.
(Maria Esther Maciel)
Tenham todos um ótimo Ano e um Ótimo Dia!!!!
segunda-feira, janeiro 04, 2010
Letras do teclado não aceitam comando
Voltando depois de tantos dias sem escrever no meu blog, e já digo porque. Desejando a todos, mais uma vez, um 2010 cheio de prosperidade, apesar, que pelo noticiário, ele já andou marcando negativamente a sua chegada, mas há de melhorar, é só "teimar", rsrsrssegunda-feira, dezembro 21, 2009
Toc-toc...Chegou Natal!!!

sexta-feira, dezembro 18, 2009
Celebridades e seus Closets
A semana chegando ao fim com tempo instável, pancadas de chuvas, temperatura acima de 25graus, nublado e sol em alguns momentos dando o ar da graça.
Passeando pelos blogs de decoração, encontrei um post sobre os closets de algumas celebridades como a Paris Hilton, amiga do meu inesquecível Michael Jackson, que dizem, deu nome de Paris a sua filha em homenagem a ela, portanto, sou sua fã, e confira como ela é chique, meiga e simpática como o astro!!! Adorei o blog da Eli G. de Curitiba-Pr.Confira aqui: closets
quinta-feira, dezembro 17, 2009
Estou perplexa...
(matéria completa e video aqui: http://rjtv.globo.com/Jornalismo/RJTV)
quarta-feira, dezembro 16, 2009
Smart for two



segunda-feira, dezembro 14, 2009
Futebol não é uma preocupação, mas uma alegria pontual

quinta-feira, dezembro 10, 2009
"...Isso é coisa mais para juventude da City."
Minha foto do S.Itaipu-Niteroi-RJDRIVING HOME FOR CHRISTMAS
(ali à direita é possível acompanhar a música, clicando no vídeo, é minha música preferida para esta época, e descobri porque, ainda não aprendi a letra...rsrsrs)
I’m driving home for christmas
Oh, I can’t wait to see those faces
I’m driving home for christmas, yea
Well I’m moving down that line
And it’s been so long
But I will be there
I sing this song
To pass the time away
Driving in my car
Driving home for christmas
It’s gonna take some time
But I’ll get there
Top to toe in tailbacks
Oh, I got red lights on the run
But soon there’ll be a freeway Get
Get my feet on holy ground
So I sing for you
Though you can’t hear me
When I get trough
And feel you near me
I am driving home for christmas
Driving home for christmas
With a thousand memories
I take look at the driver next to me
He’s just the sameJust the same
Top to toe in tailbacks
Oh, I got red lights on the run
I’m driving home for christmas, yea
Get my feet on holy ground
So I sing for you
Though you can’t hear me
When I get trough
And feel you near me
Driving in my car
@@@@@@@
Mas deixando o Natal, quero mesmo falar de um livro do jornalista César Tralli, Olhar Crônico, edição de 2001, onde ele fala de lugares onde viveu por algum tempo, como por exemplo Londres, ele conta os aspectos da vida por lá sem cair no tema comum, fala da Espanha, Líbano, Israel, Ucrânia, Turquia...
Vou copiar aqui um dos textos, é longo, (vem o final de semana...) para quem gosta do assunto vai ler rapidinho, pois o escritor não nos deixa parar antes do final.
APRENDIZADO DE RICO
Os apaixonados por grife e compras em NY que me perdoem, mas um pouco de cultura européia é fundamental!!!
Uma grande parcela de nossa elite devia fazer estágio de boas maneiras no velho continente. Aprender a doce lição de como ser elegante e ao mesmo tempo discreto. Com isso, quem sabe, depois, deixar no armário aquela necessidade quase doentia de aparecer, de se fazer presente, de se mostrar dos pés à cabeça... E olha que deste mal de aparecidos e emergentes nós padecemos feio.
Na Inglaterra, aprendi que existem dois tipos de rico. O primeiro é aquele que você não vê porque ele literalmente se esconde. É o rico que habita castelos, palácios medievais e mansões no campo. Residências geralmente cercadas de amplos jardins floridos, que sutilmente proporcionam privacidade. Trata-se, pois, de uma fina flor que valoriza o silência e a natureza, que só sai de casa para ir ao trabalho e frequentar as rodas abastadas de uma aristocracia invisível à maioria dos mortais. São os conhecidos top of the milk, crème de lá crème... Ou seja: é rico até para inglês não vê!!!
O segundo tipo de milionário é aquele que mora na cidade, pode estar no seu bairro, ser um dos vizinhos, mas você não o nota porque é ele, o próprio rico, que não sente a menor necessidadede de sair por aí mostrando a todos que tem os bolsos recheados. É um sujeito tão consciente de sua riqueza, de sua condição privilegiada, que não dá bola pra status. Não precisa de status para ser feliz (ou fingir que o é) e sentir-se valorizado. São ricos que simplesmente dispensam esse mundo cínico do show off que as elites dos trópicos cultivam como uma espécie de alimento para a autoafirmação. Como diz um amigo sociólogo, sofremos da terrível síndrome do "quero ser o americano amanhã". É a cultura do consumismo em excesso. E dos valores, da essência, em falta...
É desse segundo tipo de rico que falo um pouco agora, pois sua maneira de pensar e de agir, seu comportamento, é tão diferente do jeito de ser dos endinheirados daqui que eles merecem mais algumas considerações e elogios. E é bom deixar bem claro logo de início que as comparações em questão não envolvem saldo bancário, fortunas aplicadas em paraísos fiscais ou investimentos em bolsa...de valor (não Louis Vuitton). Vamos partir do princípio que são ricos do mesmo calibre, até porque se formos entrar neste mérito dos cifrões e das casas decimais, temo que os ricos daqui sejam bem mais criativos que os anglo-saxões.
Registrada a ressalva, as differenças já são nítidas no modo de vestir. O inglês rico (e isso se aplica à boa parte dos outros europeus da mesma estirpe) busca a elegância sem a intenção de desfilar etiqueta. É um rico que não acha sensato nem inteligente sair vestido de grife dos pés à cabeça. Bolsa francesa da marca X, calça italiana do costureiro Y...e relógio suíço de ouro daquela outra marca que brasileiro, de empresário a bicheiro, adora ter no pulso. Os abastados de lá têm aversão a peças de roupa e acessórios cujas etiquetas (tão veneradas podem ser pelos daqui) podem ser percebidas de longe. São desproporcionais em relação ao produto, a tal ponto que em determinadas bolsas, blusas, fivelas de cinto, etc., a marca consegue chamar mais atenção do que o acessório em si (não seria este o verdadeiro propósito?). É quase uma aberração. Para aparecer mais, só falta à etiqueta ter um bordado de luz néon e piscar à noite como entrada de motel. Ou, quem sabe, conseguir fosforescer no escuro. Aviso aos fabricantes: prometo não cobrar royalties pelas "brilhantes" idéias.
"Pra que gastar tanto dinheiro querendo aparecer?" pois é assim que pensa a maioria dos ricos britânicos. Desde os tempos em que era dama-de-ferro e toda-poderosa, Lady Thatcher até hoje faz compras de roupas (íntimas também) na loja de departamentos. Marks and Spencer, famosa por oferecer qualidade a preços honestos.
Li artigos sobre endinheirados que faziam questão de dizer que só entravam em lojas de grife nas curtas temporadas de liquidação de inverno e verão, quando então dava para "adquirir qualidade sem se sentir assaltado". Com carros, a marca preferida de muitos milionários ingleses também é a discrição. Um dos jornais publicou que sete em cada dez ricos dirigem carros médios, fabricados para a classe média. E nada de trocar de veículo todo ano: no mínimo de dois em dois, responderam os entrevistados.
Repare que diferença. Lá, eles jamais teriam que apelas para os blindados ou deixar de usar carrão por causa do pânico de sequestro ou assalto. Não o fazem por opção. Por estilo de vida. Mas alguém pode perguntar: a Inglaterra não é o berço de algumas das mais famosas marcas de carro de luxo? Lancei a pergunta a um empresário inglês, muito bem de vida por sinal. Ele respondeu: "Algumas dessas marcas vendem muito mais para exportação do que para o mercado interno." Aliás, ele mesmo dirigia um carro médio da Ford, com dois anos e meio de uso. E olha que ele tinha todas as condições financeiras para andar em um desses carrões de parar o trânsito no Brasil.
Então, por que não?
-Prefiro gastar com viagens, bons vinhos, restaurantes e fazer poupança para os meninos. Gosto de conforto, óbvio. Mas, sinceramente, não sinto essa necessidade de ter status sobre rodas. Isso é coisa mais para juventude da City.
Ele se referia aos novo-ricos do centro financeiro de Londres. Não é mesmofácil diferenciar o rico de uma pessoa de classe média, seja no trânsito ou nas calçadas de Londres. Nem pela fachada das casas essa distinção é clara. Tanto é verdade que nas poucas ruas de mansões suntuosas no bairro de Hampstead, os moradores são na sua maioria magnatas árabes do petróleo, comerciantes emergentes do Leste europeu que desembarcaram na Inglaterra com malas de dinheiro, de origem duvidosa. Havia casos até de banqueiros e ex-ditadores africanos. Agora, inglês da gema...pouquíssimos.
O endereço de um autêntico inglês rico é feito ele: uma coisa por fora, outra por dentro. As residências não chamam a atenção. Nem no tamanho, nem no acabamento externo. Os sinais de refinamento estão nos detalhes internos. Móveis catalogados, tapetes de pura seda, bibliotecas, esculturas de bronze e pinturas renascentistas emolduradas em fina folha de ouro. Os ricos são fascinados por arte. É o tipo de riqueza que dá gosto de apreciar. Eles valorizam a cultura, o passado, a história... Não tem apenas saldo bancário batendo nas nuvens. Têm gosto refinado. E são adptos da filosofia de investir sempre em educação e cultura. São pessoas que lêem muito, que viajam muito, que frequentam teatro, cinema, que vão a concertos, a galeria de arte, visitam exposições e não raro contribuem para a manutenção de museus, centros culturais e orquestras.
Para a elite inglesa, a maior das riquezas jaz na cabeça. Eis o grande diferencial. Daí um certo desprezo pelo efêmero. Por grife e etiqueta. Eles prezam, isto sim, é conteúdo. Falam bem, sabem articular as idéias com sabedoria e clareza, dominam muitos assuntos e detestam toda forma de desperdício.
As gerações mais velhas conheceram os anos difícieis da Segunda Guerra Mundial. Nem os ricos escapam. Todos sentiram na pele os tempos de economia de guerra, de racionamento e escassez de comida. E a maioria tratou de passar aos filhos a lição tirada daqueles tempos de sacrifício: o dinheiro não aguenta desaforo.
O bom dos abastados ingleses é que, ao contrário dos nossos, eles usam o capital primeiro para adquirir inteligência, e só depois (bem depois) para comprar status ou cultivar aparências.
Quando uma elite age dessa forma, a base da pirâmide também sai ganhando...
O autor:
CESAR TRALLI, nasceu em São Paulo, tinha 30 anos quando escreveu o texto (2001), é jornalista. Atuou em jornal, rádio e TV. Foi correspondente internacional em Londres pela rede Globo de 1995 a 2000. Ganhou prêmio Embratel de Jornalismo na reportagem investigativa sobre obras superfaturadas na prefeitura de São Paulo, gestão Paulo Maluf.
Há dez anos, eu gostava das reportagens do jornalista, hoje não tenho acompanhado sua trajetória e nem sei por onde ele anda atuando, fiz uma busca rápida e me pareceu tudo meio lusco-fusco. Desejo e espero que ele continue com a essência londrina no que de melhor mostrou em seu artigo acima.
quarta-feira, dezembro 09, 2009
O Óbvio

segunda-feira, dezembro 07, 2009
Experimentando um livro para ouvir

(Abro um parêntese - dps que encontrei o cabo da câmera fotogr ela me aparece com outro problema e só insistindo consegui tirar a foto, Aff, pedirei ao P.Noel uma nova, rsrs).Os bancos estão oferecendo um serviço que diminue essa papelada, paga-se eletrônicamente sem usar o papel, algo mais prático, mas ainda não ganhou minha confiança e nem estudei bem o propósito. Algo terá que ser feito para acabar de uma vez com essa papelada inútil!!!!!



